sábado, 18 de dezembro de 2010

Manuel Bandeira


Poeta e crítico literário, faz parte da geração de 22, seu poema Os Sapos foi lido na Semana da Arte Moderna.
Libertinagem- Já foi falada no resumo
Os Sapos-O poeta chama de sapos os poetas parnasianos que somente aceitavam a poesia rimada, formal, tipo os sonetos, exigima rimas ricas.
Ele satiriza as reclamações deles e compara-as com o coaxar dos sapos num banhado ou rio.
Também mostra algumas das regras que eles seguiam: comer hiatos, nunca rimar cognatos, dar importância à forma.
Todo o poema é uma crítica aos conceitos do parnasianismo que vigorou nas décadas finais do séc XIX e das duas iniciais do séc. XX.
A cada um dos poetas reclamadores importantes ele denomina diferente: sapo-boi, sapo tanoeiro e aos menores chama de saparia.

Evocação do Recife-A subjetividade, o memorialismo, a infância, o folclore e a cultura popular.
Por Laura Ferreira

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