domingo, 24 de outubro de 2010

Sorôco, sua mãe, sua filha - Primeiras Estórias - Guimarães Rosa

Na última aula de literátura, debatemos os contos "Sorôco, sua mãe, sua filha" e "A margem da alegria", o qual não terminamos. Por isso hoje será postado apenas o primeiro.

Sorôco, sua mãe, sua filha
Espaço: Estação de trem
Narrador: Observador/Personagem espectador
Tempo: Antigamente

A história começa com o homem levando sua mãe e sua filha para a estação, onde há um carro que as levará para o hospício.
O vagão que transporta os loucos possui grades nas janelas, dando a antiga ideia que o hospício é uma prisão.
A filha senta em uma escada e começa a cantar, sua avó canta junto. Ambas erram a letra e cantam sem sincronia.
Por ser algo diferente todos vêem a loucura nelas e com pena do homem, começam a cantar junto. Todos cantando não se torna mais algo diferente, logo, não há mais loucura. (momento de epifania)
Apesar de ser fechado e frio, Sorôco demonstra a tristeza por suas mulheres.
As duas "loucas" pegam o trem e Sorôco volta para casa cantando a mesma cançam que antes estava sendo cantada. As pessoas cantam junto na rua.
 
OBS:
- Sorôco - sou louco - socorro - sou oco
- Guimarães questiona o que é a loucura.
- relação com "O Alienista" de Machado de Assis.
- hospício, presídio - é louco quem possui qualquer doença mental, quem é estranho ou diferente.

domingo, 17 de outubro de 2010

Principais Autores

http://www.youtube.com/watch?v=Q5lkqUlo0V0

No link, um resumão dos principais autores literários estudados no terceiro ano.

Primeiras Estórias

João Guimarães Rosa nasceu em 1908, em Minas Gerais. Enquanto trabalhava como médico no interior, registrava o que ouvia e via: expressões, anedotas, versos, tipos humanos. Essas anotações foram amplamente usadas em sua obra, Primeiras Estórias.

Iremos analisar as primeiras três estórias do livro nas próximas aulas e, conforme o desenvolvimento do debate, postaremos os principais tópicos levantados pela turma.

Para refletir...

    
"Uma literatura que não respire o ar da sociedade que lhe é contemporânea, que não ouse comunicar à sociedade os seus próprios sofrimentos e as suas próprias aspirações, que não seja capaz de perceber a tempo os perigos morais e sociais que lhe dizem respeito, não merece o nome de literatura [...]"
Alexander Soljenitsyne